
"Surrealismo, por sua essência é poesia."
Aqui começamos uma prazerosa viagem através dos olhos - possivelmente transpassados pelo fio da navalha - do grande mestre Sérgio Lima. Em sua mais recente publicação "Olhar Selvagem - o cinema dos surrealistas" Sérgio expõe o universo do cinema em sua forma mais pura, mais selvagem e portanto surrealista.
"A imagem não quer dizer, e nem requer interpretação, simplesmente ela é!"
Sérgio é doutor pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, Porto Alegre, Buenos Aires, Tenerife e Medellín e professor de artes no Centro Universitário FIEO em Osasco. Trabalha com diversos projetos voltados ao estudo do surrealismo sob todas as suas formas e formatos.
Em uma de suas aulas disse: "Se a idéia está pronta, pode reproduzí-la em papel, cinema, vídeo, rádio, em qualquer suporte. Ela estará lá!"
O autor fez questão de manter o tema até mesmo na confecção da obra. A capa em acetato - o mesmo usado em película cinematográfica - só pode ser apreciada sob um fundo branco - a tela.
Dentro o espectador se depara com uma seleção de imagens de altíssima qualidade, fruto do acervo pessoal de Sérgio. Ao longo da projeção, aventura da imagem vai se transformando e se relacionando com os estudos e pontuações interessantes sobre a sua construção.
O resultado é uma viagem cinematográfica diferente, atraente e sufocante. A viagem é o processo e o livro o ticket para esse cinema fantástico.
"A imagem não quer dizer, e nem requer interpretação, simplesmente ela é!"
Sérgio é doutor pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, Porto Alegre, Buenos Aires, Tenerife e Medellín e professor de artes no Centro Universitário FIEO em Osasco. Trabalha com diversos projetos voltados ao estudo do surrealismo sob todas as suas formas e formatos.
Em uma de suas aulas disse: "Se a idéia está pronta, pode reproduzí-la em papel, cinema, vídeo, rádio, em qualquer suporte. Ela estará lá!"
O autor fez questão de manter o tema até mesmo na confecção da obra. A capa em acetato - o mesmo usado em película cinematográfica - só pode ser apreciada sob um fundo branco - a tela.
Dentro o espectador se depara com uma seleção de imagens de altíssima qualidade, fruto do acervo pessoal de Sérgio. Ao longo da projeção, aventura da imagem vai se transformando e se relacionando com os estudos e pontuações interessantes sobre a sua construção.
O resultado é uma viagem cinematográfica diferente, atraente e sufocante. A viagem é o processo e o livro o ticket para esse cinema fantástico.
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